Digesan: Bula, Indicações, Efeitos Colaterais, Como Usar

Confira Tudo Sobre a Digesan, Uma Medicação Específica Prescrita Pelo Seu Médico. Conheça as Principais Indicações e Modos de Uso do Remédio!

O Digesan é uma medicação específica para modificações do movimento estomacal e intestinal, bem como refluxos.


Trata-se de uma medicação que precisa de receita de especialistas, e atua no tratamento de diversas condições clínicas. Confira quais são elas.

Digesan: Quais as indicações?

O medicamento tem indicação para tratamento das seguintes questões:

  • transtornos da motilidade gastrointestinal;
  • refluxo gastroesofágico;
  • vômito e náusea de origem periférica e central.

A medicação, então, é utilizada, também, para tornar mais fácil os processos radiológicos do trato gastrintestinal. Os remédios, em questão, estimulam a movimentação do tubo digestivo.

O efeito deste medicamento tem início entre uma a duas horas posteriores a administração oral. 

Digesan

Apresentações da Digesan

  • solução oral com 1 mg/ml;
  • frasco composto por 120ml em companhia do dosador gradual de 2,5, 5,0, 7,5 e 10ml.

Utilização oral, adulta e pediátrica maior que doze meses.

  • Gotas para crianças de 4 mg/ml; frasco com 20ml.

Utilização oral, pediátrica maior que doze meses.

Composição

  • cada mL apresenta 1mg da bromoprida.

Excipiente

  • sacarina sódica di-hidratada;
  • hietelose;
  • metilparabeno;
  • ácido cítrico anidro;
  • propilparabeno;
  • aroma de damasco;
  • corante amarelo de tartrazina FDC nº 5;
  • água purificada.

Efeitos Colaterais da Digesan

Dentre as reações adversas mais comuns, podemos citar os seguintes sinais:

  • sono;
  • inquietação;
  • fadiga;
  • insônia;
  • dores de cabeça;
  • náuseas;
  • tontura;
  • galactorreia;
  • mamas aumentadas nos homens;
  • urticárias;
  • transtornos intestinais.

Demais efeitos extrapiramidais são capazes de aparecer com maior frequência em público jovem adulto e crianças, ao passo que a movimentação anormal ou perturbada são destacáveis em público idoso sob o tratamento prolongado.

Contraindicações da Digesan

O medicamento não pode ter utilidade em situações de:

  • em indivíduos que apresentem antecedentes alérgicos aos constituintes da composição;
  • ao passo que o estímulo da motilidade gastrointestinal apresente perigos, em presença de sangramentos, obstruções ou perfurações;
  • em indivíduos epilépticos ou que recebam demais substâncias que podem provocar efeitos extrapiramidais (com relação à coordenação da motilidade), visto que a intensidade e frequência destes efeitos podem ter aumento;
  • em indivíduos com idade menor que um ano, em virtude dos riscos elevados de irritabilidade, agitação e convulsão;
  • em indivíduos que apresentem feocromocitoma, pela possibilidade de desencadear crises de hipertensão, em liberação provável das catecolaminas do tumor. Esta crise de hipertensão pode ter o controle a partir da fentolamina.

O remédio tem indicação para o público infantil menor que um ano.


Como Usar a Digesan?

É preciso, portanto, agitar o frasco antes de fazer o uso. Use, então, o dosador gradual para administrar o quantitativo exato prescrito pelo especialista.

Gotas Pediátricas

  • 24 gotas são referentes a 1ml;
  • use o dosador de acordo com as orientações médicas ou numa colher com o quantitativo exato;
  • administrar, então, a dosagem pela boca.

Utilização em Adultos

  • 10mL com 10mg de 12h em 12h ou de 8h em 8h, de acordo com orientações médicas – a dosagem máxima é de 60mg por dia;

Utilização em Crianças

  • 0,5mg com 0,5mL a 1mg  com 1,0mL, a partir do quilo do peso, com divisão em 3 tomadas por dia;
  • uma a duas gotas por quilo, 3x por dia.

Não existem, portanto, pesquisas das ações do Digesan com administração pelas vias não indicadas. Por isso, em razão da segurança e eficácia do remédio, tal ingestão deve acontecer apenas oralmente.

Indivíduos Que Apresentam Insuficiência Renal

Em consideração de que o elemento da bromoprida tem eliminação, de forma principal, a partir dos rins, tal tratamento precisa ter início com uma média da metade da dosagem indicada.

A depender da condição clínica, e se julgar necessário, o especialista pode fazer ajustes das dosagens do remédio.

Seguir as orientações do médico, observando o horário, a dosagem e o tempo do tratamento é imprescindível. Não interromper o tratamento sem que o médico saiba.

Orientação Para Vômito e Enjoo

As medicações para o vômito apresentam funcionalidade principal para o controle da intensidade e frequência do sintoma e, portanto, grande parte destas medicações atuam na região central do vômito situado na região cerebral, de modo, portanto, a controlar o esvaziamento de caráter gástrico.

Dentre as possibilidades medicamentosas, além do remédio em questão, podem ser disponibilizados para esta condição os seguintes:

Os medicamentos precisam ser consumidos antes das alimentações principais, por uma média de 15min a 30min, para tornar mais fácil a digestão e controle do esvaziamento gástrico.

O vômito se caracteriza pelo esvaziamento forçado do que está presente no estômago, que pode ter a causa pelo consumo de determinado elemento tóxico ou estragado.

Por vezes, portanto, a associação do vômito é acompanhada pela diarreia, contudo, não há, então, um medicamento único para os dois sintomas.

Melhores Medicamentos Para Enjoo

Às vezes, contudo, há a possibilidade de haver o sentimento do enjoo sem que o vômito apareço e, nestas situações, os desconfortos podem apresentar ainda mais intensidade, visto que o vômito ausente não atua na permissão para que apareça o alívio.

Dessa forma, portanto, há diversos remédios que podem ter uso para que se evite enjoo em viagens, bem como para reduzir a sensação presente.

Tais medicamentos, então, podem ter uso antes ou em período de viagens para que se evite o aparecimento de enjoos. São eles, portanto:

  • cinarizina;
  • prometazina;
  • ciclizina.

A hioscina, por exemplo, é um medicamento que promove a inibição dos receptores do cérebro de acetilcolina, auxiliando, então, na prevenção e controle dos enjoos provocados pela movimentação, como em viagens.


De modo geral, contudo, a medicação necessita de receita médica e, portanto, é imprescindível a consulta a um clínico geral antes do uso de quaisquer medicações.


Para que os medicamentos possam ser comercializados, eles devem ser registrados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em casos de dúvida, verifique no portal da Agência em “Consulta de Produtos”, pois pode ser um medicamento irregular ou falsificado.

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.