Acetilcolina: Propriedades, Indicações e Como Age no Organismo

Confira todas as informações sobre Acetilcolina, quais são suas propriedades e indicações e como ela age em nosso organismo. 

O Acetilcolina é usado para a obtenção da miose rápida em intervenções cirúrgicas das seguintes condições patológicas:


  • catarata;
  • iridectomia;
  • ceratoplastia penetrante;
  • segmentações anteriores dos olhos.

Acetilcolina: Quais as Indicações?

As indicações do Acetilcolina apresenta a funcionalidade importante para o organismo, de forma principal relacionada ao sistema da cognição.

Isto significa que a acetilcolina é imprescindível para a melhora do aprendizado e da memória, porém pode também auxiliar em outras funcionalidade cerebrais, aprimorando sinapses nervosas de modo geral, promovendo a colaboração até para que o indivíduo possa dormir melhor.

A ausência desta categoria neurotransmissora é capaz de provocar problemas como o distúrbio da déficit de atenção, o Alzheimer, hiperatividade, dentre outras patologias.

Além disso, pode influencias de forma negativa no sistema responsável pela respiração e cardiovascular.

A substância, em questão, trata-se de um elemento neurotransmissor que está contido no sistema nervoso central.

Porém, também está em outras regiões do cérebro, visto que é uma substância neurotransmissora de maior abundância do organismo.

Uma substância neurotransmissora é uma categoria de mensageiro químico que desencadeia os sinais por meio de sinapse nervosa.

Isto significa que eles se responsabilizam por destinar mensagem até o neurônio.

Determinados neurônios, denominados como substâncias colinérgicas, necessita da medicação, em questão, para o exercício da funcionalidade em relação ao sistema nervoso. É por meio de sinapse que ocorre a comunicação.

Acetilcolina

A acetilcolina tem atuação, de forma principal, no sistema nervoso central, com a funcionalidade de aprendizagem, memória e neuroplasticidade.

Em relação ao sistema nervoso periférico, a medicação é capaz de promover o auxílio na contração cardíaca e muscular.

Além disto, é possível que haja o auxílio da funcionalidade sensorial, como nas movimentações do organismo, movimentos dos olhos ao longo do sono e também no mantimento do foco.

A ausência deste constituinte pode provocar a patologia autoimune de teor raro e muito sério, denominada como “miastenia gravis”, que provoca fraqueza muscular e o cansaço crônico.


É, portanto, uma tendência que indivíduos que apresentem patologias cognitivas como Parkinson e Alzheimer recorram a suplementação que promete a elevação de produções e funções da substância, em questão, em nosso corpo, visto que auxilia na cognição a longo e curto prazo, auxiliando no mantimento e aprimoramento da saúde cerebral.

Efeitos Colaterais do Acetilcolina

Não existem informações que sejam pertinentes sobre a possibilidade de efeitos colaterais em relação a ingestão excessiva de elementos que fazem a produção da substância.


Contudo, na situação de ingestão de suplementação, é importante que se consulte um especialista para a obtenção de informativos que tenham pertinência antes do início do tratamento.

  • edemas;
  • descompensação das córneas;
  • bradicardia;
  • hipotensão arterial;
  • dificuldade de respiração;
  • enrubescimento;
  • sudorese.

Contraindicações do Acetilcolina

Não há o conhecimento de contraindicação do medicamento.

Como Usar o Acetilcolina?

A aplicação do medicamento corresponde a 0,5 a 2ml de solução composta por 10mg por ml da substância, de forma direta na câmara anterior dos olhos.

Em relação a superdosagem, em suspeitas de superdosagens, e preciso fazer a administração de 0,5 a 1mg da atropina pelo músculo, sendo que 0,1 a 1mg de adrenalina pode ter utilidade para fazer o controle de broncoconstrição ou modificações cardiovasculares de teor grave.

Superdosagem da Acetilcolina

Quando suspeitar de ter ingerido uma dose em excesso, é importante administrar 0,5 a 1 mg de atropina via intramuscular; 0,1 a 1 mg de adrenalina. Isso pode ajudar a controlar as alterações cardiovasculares graves.

Colina e Disposição Alimentar

A colina, elemento que gera a produtividade da molécula acetilcolina na região cerebral, é passível de encontro em determinados alimentos , também, no formato suplementar de alimentos. A lista abaixo ressalta alimentos ricos nesta molécula.

Ovos

Trata-se de uma fonte natural da colina. Num ovo de tamanho grande, é possível encontrar 147 mg da substância, oferecendo 27% da dosagem indicada ao dia para o público masculino e 35% para o público feminino.

Grande parte da colina que há no ovo permanece em sua gema, com um quantitativo maior de 90%.

Laticínios

É possível, também, encontrar esta substância em pequenos quantitativos em lacticínios. Num copo com leite, por exemplo, o consumo é de 43mg, ao passo que porções de 170g do iogurte disponibilizam 28mg.

Outras categorias de queijo também são passível de se destacarem como fontes da colina, porém, em quantitativos menores.

Proteína animal

Outros teores de maior abundância em colina correspondem a carnes, de forma principal nos órgãos do coração e do fígado.

Num quantitativo de 100g do fígado do boi, há a presença de 425mg da colina. Isto quando em mesmas porções do fígado do frango, existe 290mg da nutrição.

A carne vermelha também correspondem a fontes da colina. Em porções de 85g da carne vermelha, há uma média de 115mg da colina.

Em relação ao peito do frango, há o oferecimento menor da substância, porém também se destaca como fonte da colina.

Frutos do mar

Outros elementos que se destacam como fontes da colina são os frutos marítimos. Estes podem ser o camarão, por exemplo, composto por 115 mg do elemento em porções de 85g.


Salmão também se destaca como uma excelente alternativa do consumo da colina de forma natural, visto que em 85g presenciam-se 96ml da nutrição.

Se houver o consumo da colina de maneira mais sofisticada, em somente 30g de caviar há uma média de 140 mg da colina. Em mariscos, há aproximadamente 80mg da colina por porção.

 

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.