Clomid: Bula, Indicações, Efeitos Colaterais, Como Usar

Confira Tudo Sobre o Clomid, Uma Medicação Específica Prescrita Pelo Seu Médico. Conheça as Principais Indicações e Modos de Uso do Remédio!

O Clomid é uma medicação que auxilia no crescimento de óvulos e, a partir disso, faz a permissão para que haja a liberação dos ovários para que fecundem.


Esta ovulação acontece, de modo geral, entre seis a doze datas posteriores ao consumo do medicamento.

Clomid: Quais as indicações?

Clomid

OClomid é reservado para tratar infertilidades femininas que decorrem da condição da anovulação. Isto quer dizer que, este remédio é específico para o público feminino que não estão conseguindo ovular.

O medicamento só tem indicação para indivíduos que não conseguem ovular, incluindo as condições mencionadas na bula, bem como para indivíduos em que o citrato de clomifeno não tem indicação.

Outras motivações da infertilidade devem ter a exclusão ou ter o tratamento adequado, antes deste, em questão.

Apresentações do Clomid

  • citrato de clomifeno composto em 50mg.

Excipiente

  • corante amarelo tartrazina;
  • amido;
  • lactose monoidratada;
  • estearato de magnésio;
  • sacarose.

Drágeas de 50mg com embalagem de 10 drágeas.

Utilização adulta e oral.

Efeitos Colaterais da Clomid

O Clomid é capaz de provocar determinadas ações insatisfatórias. Se houver uma reação de alergia, é preciso cessar a utilização da medicação e mencionar ao médico o surgimento de reação indesejável.

É possível que os sintomas adversos se apresentem como:

  • elevação do tamanho ovariano;
  • sinais visuais;
  • desconfortos no abdômen;
  • vômito;
  • náuseas;
  • dores de cabeça;
  • sangramentos no útero de forma anormal;
  • dores para urinar;
  • neurite óptica;
  • catarata;
  • convulsão.

Contraindicações do Clomid

A medicação tem contraindicação em indivíduos que apresentam alergia ao citrato do clomifeno ou quaisquer compostos do remédio.

Não é recomendado o uso do medicamento em período gestacional.

A fim de que se evite a ingestão contraindicada em período gestacional, é preciso fazer uso de testes adequados em ciclo do tratamento para a determinação de que os óvulos conseguiram fecundar.

Exemplos disso é fazer a determinação da temperatura basal do corpo em diversos ciclos para serem tratados.

Além disso, é preciso observar o indivíduo de forma cuidadosa para fazer a determinação de, por ventura, haver sinal de ovulação.

O indivíduo deve realizar um teste para saber se está em período gestacional antes de começar o ciclo seguinte do tratamento com esta medicação.

Demais Contraindicações da Clomid

Tratar a paciente com tal medicamento pode ter contraindicação em indivíduos com patologias hepáticas ou histórico de disfunções do fígado, bem como indivíduos que apresentem tumores de caráter hormônio-dependente ou:


  • indivíduos com sangramentos uterinos anormais;
  • cistos no ovários;
  • ovário policístico.

Se estiver grávida em período do tratamento, é importante suspender o medicamento e consultar um especialista. Informe o seu médico, em caso de estar em período de lactação.

Como Usar o Clomid?

Tal tratamento com o Clomid é composto por três ciclos, os quais podem ter continuidade ou serem alternados, a depender dos especialistas.

Depois do tratamento, é preciso tentar ficar grávida. Contudo, se isto acontecer em período do tratamento, a interrupção da medicação deve acontecer.

A dosagem indicada para o ciclo inicial do tratamento corresponde a 50mg (uma drágea) por dia, em período de cinco datas.

Nos indivíduos que não conseguem menstruar, o tratamento pode ter início em quaisquer períodos do ciclo da menstruação.

Se houver a programação de menstruação induzida pela utilização do hormônio progesterona ou em caso de acontecer uma menstruação espontânea, o medicamento deve ter administração a contar o quinta dia de tal ciclo.

Dosagens

Caso houver a ovulação com tal dose de Clomid, não existem benefícios no aumento da dosagem em dois dos ciclos próximos.

Em situação de a ovulação não acontecer posteriormente ao 1º ciclo do tratamento, precisa ter instituição de 2º ciclo composto por 100mg por dia em período de cinco datas, posteriormente a um mês do tratamento que passou.


A elevação da posologia não pode ter ultrapasse da dosagem e tempo de 100mg por dia pelo tempo de cinco datas.

Grande parte dos indivíduos responsivos ao medicamento conseguem ovular posteriormente ao ciclo inicial do tratamento e três ciclos têm suficiência para análise terapêutica.

Caso não haja a ocorrência da menstruação ovulatória neste prazo, o diagnóstico precisa ter uma revisão.

Continuar o tratamento posteriormente a três ciclos não tem recomendação nos indivíduos que não manifestem evidências de óvulos.

Visto que não houve a demonstração de inocuidade em relação ao tratamento com prolongamento a partir do Clomid, não há a recomendação de prosseguir com o tratamento posteriormente a seis ciclos, com a inclusão de três ciclos de ovulação.

Infertilidade Feminina

Uma das patologias que acomete o organismo feminino com ausência de ovulação é a denominada síndrome do cisto no ovário ou “síndrome do ovário policístico” em que o indivíduo, então, apresenta sangramento irregular no útero, de modo geral, entre dois a três meses.

O exame de ultrassom apresenta diversos folículos nos ovários localizados de forma frequente, portanto, na região periférica do ovário.

A partir disso, as mulheres que podem ter a elevação do hormônio masculino, então, podem apresentar a elevação dos peles e, de forma mais rara, a queda capilar.

É possível ainda que apresentem obesidade ou dificuldades de o organismo fazer a assimulação do hidrato de carbono pela insuficiência do efeito insulínico.

Em relação a insuficiência prematura dos ovários, estes elementos, portanto, não atuam mais na maturação dos óvulos, de maneira que a ovulação é capaz de cessar.

De modo geral, as mulheres apresentam a falta do ciclo de menstruação e sinais que se assemelham a onda de calor.


As razões da patologia, portanto, são inúmeras:

  • quimioterapia;
  • radiação;
  • síndrome genética;
  • infecção ovariana;
  • patologia autoimune e demais.

Para que os medicamentos possam ser comercializados, eles devem ser registrados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em casos de dúvida, verifique no portal da Agência em “Consulta de Produtos”, pois pode ser um medicamento irregular ou falsificado.

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.