Cistite: O Que é, Causas, Sintomas, Tratamento e Informações

Confira Todas as Informações Sobre a Cistite. Veja as Causas, Sintomas e Opções de Tratamento Para Esta Condição que Acomete a Saúde!

A Cistite é uma condição que descreve inflamações  na região da bexiga. Por diversas vezes, a condição tem confusão com infecções urinárias. Confira todas as formas de tratamento disponíveis e cuidados específicos para este problema de saúde.


O Que é Cistite?

Cistite

A condição descreve inflamações na bexiga. Por vezes, o problema tem confusão com infecções urinárias. Ao passo que a doença seja provocada por infecção, há elemento bacteriano ou fungos na região da bexiga.

Porém, há a existência de demais tipos de cistite e, determinados tipos não são provocados por infecção como a seguintes:

  • actínica – causada pela radioterapia;
  • intersticial – provocada pela perda de camadas protetores nas paredes da bexiga.

É possível, portanto, fazer a afirmação que, por motivos anatômicos, de modo geral, a infecção da bexiga apresenta maior frequência em público feminino, de forma particular quando ativas sexualmente, e posteriormente a menopausa.

Determinadas mulheres também são passíveis da apresentação de diversos episódios em curto tempo, com a denominação de “cistite de repetição”.

São exatamente os germes que fazem a colonização na área perineal que provocam cistites. De modo geral, os elementos bacterianos intestinais são os mesmos que residem na área perto do ânus, do meator uretral e da vagina.

Estes micro-organismos, portanto, são passíveis de deslocamento para a região interna da uretra e para alcançar a parte interna da bexiga.

Esta patologia tem menor frequência no público masculino, porque a uretra é maior e os orifícios por onde saem a urina se caracterizam mais protegidos dos germes dessa área.

Porém, há situações determinadas em que a infecção aumenta nos homens: a partir da fimose, da patologia de uretra; e em público idoso que apresente hiperplasia da próstata.

Causas da Cistite

O sistema de urina faz a inclusão renal, bexiga, ureteres e a uretra. Todo esse sistema apresenta papel de remover resíduos do organismo.

Os rins fazem a filtragem sanguínea, e retira os elementos tóxicos, regulando concentração de diversos elementos.

Os ureteres fazem, portanto, o transporte da urina a partir dos rins até a bexiga, em que há o armazenamento, para que saia do organismo por meio da uretra.

A razão desta patologia pode ter variação.

Cistite Bacteriana

Acontece, de modo geral, ao passo que os elementos bacterianos que residem na área perineal estão aptos a fazer a penetração pela uretra e consegue a multiplicação na bexiga.

Grande parte das situações de Cistite por bactérias é provocada, portanto, pela categoria Escherichia coli (E. coli).

A relação sexual tem consideração como risco para a incidência dessa condição. Outros fatores que já foram mencionados são existências de urina de resíduo.

Infecção Urinária de Hospital

Esta infecção acontece em indivíduos que estejam em clínicas ou hospitais para tratar determinadas condições.

A patologia de maior frequência acontece em indivíduos acamados, magros, com patologias de caráter crônico ou que façam a manipulação do trata da urina.


Aos que necessitam de uso de cateteres na vesícula, algo comum em período anterior ou posterior a determinadas intervenções cirúrgicas ou exames.


Estes cateteres são caracterizados como tubos próprios para que se mantenha a bexiga vazia, funcionando como uma estratégia que drena a urina para os pacientes de faixa etária idosa ou indivíduos que não possam urinar de forma espontânea.

Outro caso em que há a possibilidade de evolução para a condição, em questão, é a de indivíduos procederem determinadas intervenções cirúrgicas que envolvam introdução de aparelhagem na região da uretra e da bexiga.

Não-infecciosa

Ainda que os critérios infecciosos bacterianos sejam, portanto, os motivadores mais comuns da condição, em questão, um quantitativo de fatores destacados pela não-infecção pode fazer a inflamação da bexiga.

  • categoria fúngica – comum em pessoas diabéticas e imunodeprimidas;
  • categoria intersticial – inflamação de teor crônico de razão desconhecida;
  • medicação incerta – como substâncias quimioterápicos que podem provocar inflamações da bexiga;
  • tratamentos que envolvam radiações da área da pelve;
  • utilização do cateter em períodos prolongados;
  • condição “específica” com associação a demais situações clínicas como câncer, patologia de inflamação da pelve, doença de Crohn, endometriose, tuberculose ou, ainda, diverticulite.

Sintomas da Cistite

Os sinais da condição, de modo geral, fazem a inclusão de:

  • vontade intensa de urinar e que persiste;
  • sensação de ardência ao eliminar a urina;
  • eliminação de urina em pequenos quantitativos e com frequência;
  • sangue na urina;
  • desconforto na área da pelve;
  • urina com cheiro forte e turva;
  • febre menor que 38º;
  • sensação de pressão abdominal inferior.

Em indivíduos pequenos, eliminar a urina na roupa pode se caracterizar por um sintoma de infecção do trato urinário. Este ato noturno, por si apenas, não tem associação a UTI.

Tratamento para Cistite

Tudo tem início com a indicação de ingestão de muito líquido e urinar frequentemente. Isto se destaca como uma tentativa de fazer a lavagem da bexiga.

Infecção por Bactéria

As substâncias antibióticas são o primeiro modo de tratar a condição, quando a causa são elementos bacterianos.

A medicação utilizada neste tratamento e a duração dele depende do estado de saúde, das patologias pré-existentes, e eventuais elementos bacterianos encontrados na urina.

Os sinais geralmente apresentam uma melhora com significância dentro de 1 ou 2 dias de antibioticoterapia, em caso de condição “comum”.

Contudo, há a probabilidade que haja necessidade de consumir substâncias antibióticas em período de 1, 3 ou até 7 dias,a depender do cenário clínico, histórico ou teor de gravidade de infecção.

Não importa o tempo do tratamento, é imprescindível a ingestão correta do antibiótico com prescrição médica para a garantia de que a infecção não será reincidente.

Consumir a dosagem antibiótica única posteriormente a cada atividade sexual também pode auxiliar no controle da condição. Isto se chama quimioprofilaxia.

Este tratamento específico só é recomendado quando há associação do condição com a atividade, em questão.

Para as condições hospitalares, este tratamento tem maior complexidade, visto que os elementos bacterianos dispostos em hospitais são caracterizados de maior resistência à categorias comuns da substância antibiótica.

Em razão disto, portanto, é possível que haja a necessidade de diversas categorias antibióticas e abordagens diferenciadas de tratar a condição.


Portanto, desta forma, não se utiliza esquema de curto prazo.

Por mais que você se sinta bem, faça um Check-up  uma vez por ano.  Exames regulares ajudam seu médico acompanhar sua saúde e identificar alguma ameaça de doença, colocando você no caminho do tratamento.