Buclina: Bula, Indicações, Efeitos Colaterais, Como Usar

Descubra Tudo Sobre a Buclina, Uma Medicação Prescrita pelo Médico Especialista. Veja as Informações e Principais Formas de Tratamento que Esta Disponibiliza!

A Buclina é uma medicação utilizada por pessoas com dificuldades para ganhar peso ou que não sintam fome de maneira adequada.


Além disso, podem existir diversas outras condições pelas quais há a indicação deste medicamento. Confira as informações disponíveis!

Buclina: Quais as Indicações?

Buclina

A Buclina tem indicação como um medicamento que estimula o apetite. Ele apresenta em sua composição um elemento denominado como buclizina.

Esta medicação atua no corpo de modo a promover o estímulo do apetite.

Apresentações da Buclina

  • drágeas compostas por 25mg do dicloridrato de buclizina.

Excipientes

  • amido de milho;
  • celulose microcristalina;
  • lactose monoidratada;
  • amido pré-gelatinizado;
  • estearato de magnésio;
  • povidona K 30.

Utilização adulta e pediátrica maior que seis anos.

Contraindicações da Buclina

Em relação a posologia indicada, não há contraindicação específica para a Buclina.

Considerando a inexistência de estatísticas que correspondam a ação sobre o período gestacional, a utilização desta medicação tem contraindicação no público feminino que esteja em gravidez ou em lactação.

A Buclina não pode ter utilização em público feminino em período gestacional sem a recomendação do especialista que o acompanha.

Interação Por Medicamentos

É possível, então, mascarar os exames de diagnósticos na cútis com substâncias alergênicas – as que provocam alergias.

É possível também, portanto, que haja a potencialização de substâncias depressoras do sistema nervoso central como hipnóticos, álcool, anestésico, etc.

Considerar, contudo, o risco de adicionar a ação atropínica – ação de inibição de determinados anticolinérgicos, substâncias tranquilizantes, remédios para Mal de Parkinson, substâncias anticolinérgicas como acetilcolina, antiespasmódicas, as disopiramidas, bem como as substâncias antidepressivas tricíclicas.

Efeitos Colaterais da Buclina

Dentre os principais efeitos colaterais da Buclina, é possível que ocorram sonolências durante o dia, de modo geral, então, em etapa inicial deste tratamento.

Em relação aos dados disponíveis a partir de pesquisas farmacovigilantes, houve, portanto, a apresentação de situações como:

  • dores de cabeça;
  • tontura;
  • náusea;
  • vômito;
  • falta de ar;
  • diarreia;
  • insônia;
  • manchas avermelhadas na pele.

Informar ao especialista o surgimento de quaisquer efeitos adversos pela utilização do remédio. Informar, também, ao empreendimento fabricante por meio do SAC.


Como Usar a Buclina?

A drágea da Buclina precisa ser consumido oralmente, a partir de água, antes de se alimentar em principais refeições.

Utilização Adulta

Uma drágea, 30min antes de almoçar e uma drágea, 30min antes de jantar.


Utilização em Público Pediátrico Entre Seis a Doze Anos

Meia drágea, 30min antes de almoçar e meia drágea antes da janta. É preciso que haja o acompanhamento profissional regular em período de utilização da medicação nesta idade.

Não existem estudos de ações da medicação administrada pelas vias não indicadas.

Por isso, para que haja segurança e garantia da eficácia do remédio, tal administração deve ocorrer apenas oralmente, de acordo com a indicação do especialista.

Seguir as orientações do médico, portanto, observando o horário, dosagem e tempo de tratamento é imprescindível.

Não interromper o tratamento sem que haja o conhecimento do profissional da Medicina.

Causas Das Dificuldades em Engordar

É imprescindível dar início a este tema revelando o que é ser magro. O IMC, índice de massa do corpo, que se consegue por meio do cálculo – divisão do peso pela altura ao quadrado – ao passo que menor que 19kg/m², é a indicação de uma pessoa magra.

Ser muito magro pode ser motivo de preocupação, ao passo que este IMC seja abaixo de 17.

Porém, é preciso levar em consideração questões hereditárias e se sempre apresentou um peso menor, sendo uma indivíduo saudável.

Caso este emagrecimento tenha acontecido recentemente, como a perda de 6kg em poucos meses, sem mudanças de hábitos relativos a alimentação, de maneira significativa ou potencialização do exercício físico.

Para quem é “magro de ruim”, há a consideração de que se alimentam de maneira como bem entendem e, mesmo assim, não conseguem engordar.

Para isso, há diversas teorias. A de maior relevância é o efeito das proteínas desacopladoras, que, ao passo que estejam em quantitativos grandes, têm dissipação da energia ingerida pela elevação no formato de calor e, então, não acontece o armazenamento por meio de elemento gorduroso.

O que se sabe sobre os magros é que eles apresentam quantitativos grandes destas proteínas desacopladoras em relação ao “gordinhos”.

Portanto, alimentam-se mais do que eles e não conseguem engordar.

Causas da Condição

Dentre as razões para não estar apto a engordar, destacam-se as seguintes:

  • patologias de adrenal;
  • patologias da tireoide;
  • diabetes descompensado;
  • câncer de diversas categorias;
  • AIDS;
  • anorexia;
  • infecção;
  • depressão.

O primeiro modo de abordagem para o tratamento do indivíduo que deseja o ganho do peso é fazer uma reavaliação da dieta, aumentando o aporte relacionado aos alimentos responsáveis pela energia.

Isto quer dizer que trata-se do quantitativo de calorias, porém, sem que se perca de vista o consumo de alimentação saudável, com elementos gordurosos bons e proteínas.

Outra questão relevante é fazer a observação da formação corporal, a fim de aconteça o aumento do peso não apenas a partir dos elementos gordurosos.

Fazer a inclusão de atividades que fazem uso de pesos, como musculação, auxilia no aumento do peso por meio da massa dos músculos.

Automedicação

Não se auto medique nunca. O que pode ser bom para os outros, portanto, pode não ser exatamente bom para você.

Por isso, preze pelas consultas médicas antes de fazer uso de qualquer tipo de medicação. Os riscos em fazer uso de medicamentos por conta própria são inúmeros.


Faça, então, exames regulares e evite problemas graves de saúde!

Para que os medicamentos possam ser comercializados, eles devem ser registrados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em casos de dúvida, verifique no portal da Agência em “Consulta de Produtos”, pois pode ser um medicamento irregular ou falsificado.

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.