Aids: O Que é, Informações, Causas, Sintomas e Tratamentos

Saiba Tudo Sobre A Aids, Uma Condição da Saúde Que Apresenta Sintomas e Tem Suas Causas Específicas. Confira As Informações e Os Tratamentos Disponíveis.

A Aids é uma doença sexualmente transmissível e que pode acometer a saúde de muitas pessoas de diversas formas.


Confira as formas de tratamento que podem solucionar a condição incurável, de modo a aprimorar a qualidade de vida dos portadores do HIV.

O Que é Aids?

Aids

Trata-se de uma patologia também denominada por Sida – síndrome de imunodeficiência adquirida. A Aids é uma patologia de teor crônico e pode levar a óbito.

Tal patologia acontece ao passe que o indivíduo infectado pelo HIV tenha em seu sistema de imunidade a danificação pelo vírus, que infere na capacidade do organismo em combater invasores que provocar a condição.

Além disso, é capaz de tornar o indivíduo totalmente vulnerável a demais infecções como:

  • pneumocistose;
  • tuberculose;
  • Sarcoma de Kaposi;
  • toxoplasmose.

HIV é uma sigla da língua inglesa relacionada ao vírus de imunodeficiência humana – human immunodeficiency virus -, o desencadeador da patologia, em questão.

Este vírus é a infecção que se transmite a partir da relação sexual, que pode ter contração pelo contato do sangue com a infecção.

Também, em casos de mulher grávida que porte o vírus, durante a gravidez, há a transmissão para o bebê.

Causas da Aids

Os especialistas creem que o elemento semelhante ao HIV aconteceu, em primeiro registro, em determinadas sociedades de macacos e chimpanzés africanos, que eram caçados para alimentarem demais.

Ao contatar o sangue infectado do animal, em abate ou procedimento culinário, é possível que o vírus tenha entrado em contato com o sangue humano e se tornado o HIV.

Relação Sexual

Este vírus tem transmissão pela atividade sexual – vaginal, anal ou oral – sem proteção. Isto quer dizer que, pode ser transmitido sem a utilização dos preservativos, bem como o compartilhamento das agulhas e elementos de seringas com a contaminação do sangue.

É, de forma frequente, o que acontece com usuários de substâncias ilícitas – capazes da contração maior de patologias como hepatite.

Gravidez

Outro modo de transmissão é a partir do período gestacional, quando a mãe possui o vírus, bem como amamentação e em ato do parto, podendo ter a prevenção com tratamentos específicos.

A transfusão de sangue, ainda que rara, pode também transmitir o HIV.

As infecções pelo vírus têm evolução para a Aids ao passo que o indivíduo não tenha o tratamento e a imunidade se reduz com o passar do tempo.

Porque, ainda que os sinais não surjam, o vírus permanece com a multiplicação e ataque dos elementos celulares de defesa, de forma principal os linfócitos.

Sintomas da Aids

Um indivíduo pode ter a infecção pelo vírus, tendo caráter soropositivo e não apresente, de forma necessária, uma imunidade comprometida com depleções de linfócitos.


Assim, podem viver por muito tempo sem a manifestação dos sinais ou desenvolvimento da doença. Há também o prazo denominado como janela de imunidade, que trata-se do tempo do contágio e começo da produtividade de anticorpos, podendo ter variação de um mês a dois meses.

Ainda que neste tempo, o indivíduo não tenha a identificação como portador do HIV, trata-se de uma pessoa transmissora do mesmo.

Aspectos de Risco

Para a contração da patologia, há a necessidade de que o indivíduo tenha a infecção pelo HIV. Não há um público específico para contrair o HIV.

O vírus não seleciona gênero, cor ou idade, muito menos orientação sexual. Existem, contudo, alguns comportamentos que podem provocar a infecção:

  • relação sexual que pode ser pela vagina, pelo ânus ou pela boca, com indivíduo infectado sem a utilização de preservativo;
  • compartilhar agulhas ou seringas em utilização de substâncias injetáveis;
  • reutilizar objetos que cortem ou perfurem, que presenciem o fluido ou sangue com o vírus;
  • público feminino HIV positivo que engravidem e não busquem tratamentos para evitar a transmissão ao bebê.

Os sintomas iniciais do HIV se observam para a patologia, em questão, enquanto:

  • emagrecimento;
  • fraqueza;
  • febre;
  • diarreia prolongada sem uma razão específica.

Em público pediátrico que nasceu infectado, os sintomas de maior destaque são as:

  • condições problemáticas dos pulmões;
  • diarreia;
  • dificuldade em se desenvolver.

Fase sintomática inicial da Aids

  • sensação constante de fadiga;
  • candidíase oral;
  • surgimento de gânglio axilar;
  • diarreia;
  • transpiração noturna;
  • gânglio na virilha;
  • gânglio no pescoço;
  • febre;
  • perda do peso.

Infecção aguda da Aids

Os sinais de infecção do vírus nesta fase da patologia, correspondem a:

  • faringite;
  • febre;
  • dor muscular;
  • dor articulatória;
  • vômito;
  • manchas na pele;
  • feridas na boca;
  • feridas nos órgãos genitais;
  • emagrecimento não-intencional;
  • cansaço;
  • ínguas;
  • calafrios;
  • dores intensas na cabeça;
  • vista turva;
  • inchaços.

Os sinais podem ter agravamento sem que haja o tratamento específico. Além disso, o indivíduo que vive com a patologia pode revelar demais sintomas de teor grave, a depender da patologia secundária que se desenvolva.

Tratamento Para Aids

Existe diversos medicamentos e tratamentos combinados. O intuito do Ministério da Saúde, neste caso, é promover a uniformização deste tratamento.

Os medicamentos de primeira seleção, atualmente, são disponibilizados numa única drágea, que se combinam 3 medicamentos.

Em situação de contraindicações, ações adversas ou resistências, existem alternativas de outras substâncias antirretrovirais que devem ter prescrição individual para cada portador.

A recomendação dos esquemas dos tratamentos que devem ter uso precisam de prescrição médica.

É imprescindível que, uma vez que se inicie o tratamento, o indivíduo tenha ciência de que não deve ter a interrupção sem razão e que os medicamentos devem ser consumidos diariamente e em pausas prescritas.


Ao passo que tenha uso de modo irregular, o tratamento pode causar falhas pelo aparecimento do vírus que resiste.

Outros medicamentos utilizados para prevenir as patologias secundárias, de modo geral, têm suspensão logo que a imunidade melhore.


Inibidores Nucleosídeos da Transcriptase Reversa

A categoria medicamentosa têm ação em relação a “enzima transcriptase reversa”, de modo a tornar a conversão de RNA num grupamento de DNA viral com defeito, promovendo o impedimento da inclusão do DNA de elementos celulares de defesa do hospedeiro.

Tal atitude faz com que se impeça a reprodução do vírus.