Acetilcisteína: Bula, Indicação, Efeitos Colaterais, Como Usar

Saiba Tudo Sobre o Acetilcisteína, Um Medicamento Que Deve Ter a Prescrição de Um Médico. Confira Também Todas As Indicações, Efeitos Colaterais e as Formas de Uso Desta Medicação!

O Acetilcisteína é um remédio com indicação para aqueles que sentem dificuldades de expectoração.


Além disso, pode tratar diversas outras condições e acabar com intoxicação ocorrida acidentalmente ou de forma voluntária pela substância do paracetamol.

Acetilcisteína: Quais as Indicações?

Acetilcisteína

Este é um remédio com indicação para quando se é difícil a expectoração e existe também muitas secreções viscosas e densas. Nestes casos, portanto, o medicamento é indicada para:

  • bronquite crônica e exacerbações;
  • bronquite aguda;
  • pneumonia;
  • enfisema;
  • atelectasia pulmonar;
  • fibrose cística.

A indicação é também para desintoxicar o organismo que teve a condição contrária pelo paracetamol.

Solução nasal

O remédio tem indicação para os processos de congestão, obstrução de cavidade nasal e paranasal. Além disso, portanto, serve para tratar as seguintes condições:

  • rinites em geral;
  • rinite crônica;
  • rinite com exsudatos mucopurulentos;
  • reação flogística posteriormente a intervenção cirúrgica na região nasal ou paranasal.

O medicamento em solução nasal também tem indicação para o público pediátrico que sofre por procedimentos congestivos na cavidade nasal e, é preciso que se sigam as recomendações mencionadas na embalagem do remédio.

Xaropes e Comprimidos

A medicação tem indicação ao passo que se tenha dificuldades de expectoração, como as condições mencionadas anteriormente. A recomendação, então, é para os seguintes quadros:

Há a indicação, também, como forma de antídoto ao intoxicar de forma acidental ou voluntariamente pela substância do paracetamol.

Apresentações do Acetilcisteína

  • Xarope – embalagem composta por um frasco de 100ml mais um copo dosador com 20mg por ml do medicamento.

Efeitos Colaterais do Acetilcisteína

Os efeitos colaterais com relatos pós-comércio do remédio, portanto, identificaram-se da seguinte forma:

  • broncoespamos;
  • alergias;
  • estomatite;
  • rinorreia;
  • náusea;
  • urticária;
  • vômito;
  • coceira;
  • choque anafilático;
  • taquicardia;
  • dispneia;
  • angioedema;
  • rubor;
  • erupções cutâneas;
  • edemas faciais;
  • hipotensão;
  • prolongamento do tempo de protrombina.

Em situações raras, houveram relatos de efeitos severos na pele como a síndrome do Stevens-Johnson e a de Lyel. Isto porque houve relação do tempo com as dosagens do medicamento.

Em grande parte das situações, houve o envolvimento da probabilidade de, ao menos um tipo de substância que provocaram a síndrome muco-cutânea com relatos.

Portanto, há a necessidade de fazer a consulta do médico logo que aconteça algum novo tipo de modificação na pele ou membranas da mucosa, em que o elemento ativo precisa ter interrupção de forma imediata.


Determinadas pesquisas relataram a redução da taxa de agregação de plaquetas na presença do elemento ativo. O significado clínico deste efeito ainda não teve definição.

Contraindicações do Acetilcisteína

O remédio tem contraindicação para os indivíduos que apresentem o histórico de hipersensibilidade denominada ao elemento ativo e demais compostos da fórmula.

Tipo B – o remédio não pode ter uso em público feminino em gravidez sem a recomendação do médico ou dentistas.

O remédio tem contraindicação para o público menor de dois anos.

Não existem contraindicações para que se trate a overdose da substância do paracetamol com a substância ativa.

Como Usar o Acetilcisteína?

O elemento ativo por meio intravenoso deve ter realização pelo especialista em saúde, a partir dos materiais necessários e apoio de médicos.

Deve ser utilizado, portanto, do seguinte modo:

  • rompa a ampola na região indicada, de modo a proteger os dedos para não haver cortes;
  • deposite a dosagem do medicamento ativo num copo inalador, que pode ter uso a partir de uma seringa que retira a substância da ampola e transporta ao copo;
  • caso haja necessidade, adicione outras medicações, de acordo com a recomendação do médico e adicione a solução para integrar o volume;
  • realize a inalação pelo tempo específico.

Solução Nasal

  • Antes de fazer uso do princípio ativo pelo nariz, assoar o membro facial de forma suave;
  • abrir o frasco e descartar a tampa que deve ter substituição;
  • rosquear a válvula “pump” no recipiente;
  • remover a tampa de proteção para a administração do remédio.

Em primeiro momento que fizer uso do princípio ativo nasal, ou ao passo que existem interrupções da utilização pelo tempo maior que sete dias, pressionar a válvula duas ou três vezes até que note névoas finas tendo liberação.

Isto faz com que o preenchimento da parte interna da válvula ocorra para gerar mais precisão da dosagem.

  • tapar as narinas com os dedos e posicionar a extremidade da válvula perto da outra narina, de modo a manter o frasco em posicionamento vertical. Esta válvula não deve ter introdução na parte interior do nariz, de modo a se evitar contaminações.

Pressionar, então, os frascos de forma firme e rápida. Aplicar o número dos jatos de acordo com a dosagem indicada. Respirar por meio da boca e repetir o processo em no outro lado.

Ao terminar a aplicação, limpar a válvula com um papel que absorva. Não utilize água para a higienização do elemento, porque pode acelerar a degradação da substância.

Recolocar a tampa de proteção para guardar o remédio. Caso o indivíduo deixe de tomar a dosagem, é preciso fazer assim que lembrar, administrando a dosagem como o estipulado, no momento certo e sem a dobra da quantidade.

Comprimidos e Xarope

É preciso, portanto, administrar o medicamento ativo apenas oralmente. O princípio ativo em comprimidos devem ter a dissolução em copo com água na temperatura ambiente e consumido logo.

Não guarde a solução realizada. A drágea efervescente provoca uma efervescência reduzida ao ter a dissolução.

Nunca utilize nenhum tipo de medicamento, sem antes fazer a devida consulta com um especialista.

Por isso, só ele é capaz de compreender qual é a melhor solução para os seus problemas de saúde. Faça os exames rotineiros, portanto, e mantenha a sua saúde em dia.


Data de Fabricação, Prazo de Validade e Armazenamento

A temperatura ideal para armazenar a Acetilcisteína é entre 15° e 30° C, sempre protegendo da luz e da umidade. Se protegido de maneira segura, a durabilidade do medicamento é de 2 anos após a data de fabricação.


Data de fabricação, data de validade e lote do produto estarão sempre na embalagem. Se a data estiver raspada, exija outra embalagem com a data de fabricação e validade visível e sem danos. Guarde sempre os medicamentos na embalagem original e não use nada vencido.