Fentanil: O Que é, Indicação, Efeitos Colaterais, Como Usar

Saiba tudo sobre a Fentanil, um medicamento específico que necessita de prescrição médica. Confira quais os efeitos colaterais, indicações e, ainda, formas de uso deste remédio!

O Fentanil é uma medicação para tratar diversas condições como disfunções eréteis, analgesias e demais situações. Confira as principais formas de tratamento disponíveis pelo medicamento.


Fentanil: Quais as Indicações?

Fentanil

É indicado para tratar a disfunção erétil, bem como as seguintes condições:

  • analgesia de duração curta em prazo de anestesia – pré-medicação, manejo e induções;
  • havendo necessidade em prazos pós-cirúrgico de caráter imediato;
  • utilização como composto de analgesia geral;
  • suplementação de anestesia local;
  • em conjunto com substância neuroléptica em pré-medicações;
  • utilização como substância anestésica única com oxigênio em pacientes específicos;
  • para intervenções cirúrgicas do coração ou determinadas intervenções neurológicos e ortopédicas de caráter difícil;
  • aplicação espinhal para controlar dores pós-operatórias, cesarianas ou demais intervenções do abdômen.

Apresentações do Fentanil

  • injeção isotônica estéril – embalagem com 5 ou 50 ampolas de 2ml, 5ml ou 10ml;

Efeitos Colaterais do Fentanil

Dentre as reações adversas do medicamento, em questão, é possível os seguintes sintomas:

  • tontura;
  • sedação;
  • discinesia;
  • bradicardia;
  • transtornos de vista;
  • taquicardia;
  • hipertensão;
  • hipotensão;
  • arritmias;
  • dores na veia;
  • broncoespasmo;
  • apneia;
  • náusea;
  • laringoespasmo;
  • vômito.

Depressão respiratória

De mesma forma que demais opioides de potência, a depressão respiratória se relaciona à dosagem e pode ter reversão pela utilização de antagonistas opioides determinados.

Porém, a dosagem adicional pode ter necessidade, visto que a depressão respiratória pode ter maior duração que o efeito da substância antagonista opioide.

O efeito analgésico profundo tem acompanhamento pela depressão respiratória que marca, que pode ter persistência ou recorrência em prazo pós-cirúrgico.

Por isso, como acontece com demais depressores do sistema nervoso central, os indivíduos sob a ação do elemento ativo precisam receber vigilância clínica coerente.

Deve-se ter um aparelho de ressuscitação e antagonistas disponíveis.

A hiperventilação em período anestésico pode ter alteração da resposta do indivíduo em relação a substância dióxido de carbono, prejudicando, então, as respirações em prazo pós-cirúrgico.

No prazo pós-cirúrgico, ao passo que haja necessidade de substâncias analgésicas com exercício opioide, precisa ter em mente a dosagem total da substância com a administração.


Em relação a ação depressora respiratória do medicamento, é possível o prolongamento além do tempo da ação analgésica. As dosagens analgésicas opioides devem ter redução a um quarto ou um terço de indicações habituais.

Rigidez dos Músculos

O remédio tem a possibilidade de provocar rigidez dos músculos, de modo a comprometer a musculatura torácica. Além disso,  em período de anestesias, é possível também alcançar a movimentação dos músculos do esqueleto de diversas categorias em extremidades, globo ocular e pescoço.


As ações se relacionam com a dosagem e celeridade da injeção, bem como a ocorrência pode-se evitar com os seguintes critérios:

  • injeção IV de forma lenta – de modo geral, com suficiência para dosagens menores;
  • utilização das substâncias benzodiazepínicas na pré-medicação;
  • utilização de relaxantes neuromusculares.

É possível acontecer movimentação mioclônica não epiléptica.

Uma vez que ocorra a instalação da rigidez dos músculos, a respiração, porém, deve ter a assistência ou controle.

É preciso ter em mente que empregar as substâncias bloqueadoras neuromusculares deve ter compatibilidade com a condição cardiovascular do indivíduo.

A substância pode também dar origem a demais sinais de características analgésicas opioides, com a inclusão de:

  • miose;
  • euforia;
  • broncoconstrição;
  • bradicardia.

Patologia cardíaca

A bradicardia e, ainda, a assistolia são possíveis de acontecer em caso de o indivíduo receber um quantitativo insuficiente da substância anticolinérgica ou ao passo que o elemento tenha combinação com relaxantes dos músculos não vagolíticos. A bradicardia pode ter tratamento com o elemento atropina.

O remédio pode causar bradicardia, que ainda que tenha reversão pelo elemento atropina, cabe a utilização cautelosa em indivíduos que portam a bradiarritmia.

Opioides são capazes da indução de hipotensão, de forma especial em indivíduos hipovolêmicos.

Por isso, devem ser tomadas medidas de apropriação para o mantimento de pressão arterial com estabilidade.

Situações especiais de ingestão

A utilização das substâncias injetáveis deve-se evitar em indivíduos que apresentem comprometimento intracerebral.

Nestes públicos, a redução transitória da pressão mediana é acompanhada de forma esporádica pela diminuição de curto período na pressão de perfusões do cérebro.

O remédio deve ter administração cautelosa, de forma particular em indivíduos que apresentam riscos de depressões respiratórias, como os em situação de coma por traumas cranianos ou tumores cerebrais.

Nestes indivíduos, a diminuição transiente da pressão é, de forma ocasional, acompanhada por reduzir de forma breve as pressões de perfusão do cérebro.

Indivíduos em terapias crônicas com substâncias opioides ou com histórias de abusos das substâncias podem precisar de dosagens superiores.


Contraindicações do Fentanil

O medicamento Fentanil tem contraindicação para os seguintes casos:

  • hipersensibilidade disponível ao fármaco ou a quaisquer compostas da formulação;
  • indivíduos em tratamento medicamentoso para condição de angina do peito que apresentem nitratos – isossorbida;
  • não utilizar juntamente de outras medicações para disfunções eréteis;
  • faixa etária pediátrica e mulheres grávidas ou não.

Como Usar o Fentanil?

Fazer uso de 50mg em dosagem única, com administração 1h anterior a atividade sexual. A limitação da dosagem é de 100mg ao dia.

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.