Estradiol: Para Que Serve e Como Usar

Quer saber quando é preciso fazer uso do Estradiol e qual a finalidade do medicamento? Veja aqui os seus benefícios e contraindicações!

O Estradiol trata-se de um hormônio do sexo feminino. Como medicação é destinado para a reposição dos hormônios da mulher, em benefício do tratamento da ausência do estrogênio no corpo que, geralmente, ocorre durante a menopausa.


A nomenclatura Estradiol, origina-se de seu princípio ativo mas, comercialmente, pode ser encontrado como referência através do nome Primogyna. Além disso, possui alguns nomes comerciais similares, tais como:

  • Estreva;
  • Natifa;
  • Menorest;
  • Ginedisc;
  • Climader.

Estradiol Valerate

Indicações do Estradiol

A medicação Estradiol é recomendada para o tratamento de reposição de hormônios e, também, tratar os sinais presentes em mulheres que possui o útero e estão na menopausa.

Suas Apresentações

Este medicamento pode ser encontrado, comercialmente, nas apresentações seguintes:

Comprimidos de 1mg

Caixa com 1 cartela de 14 ou 28 drágeas;

Utilização oral e Adulta.

Comprimidos de 2mg

Caixa com 1 cartela de 14 ou 28 drágeas;

Utilização oral e Adulta.

Gel 0,5mg

Caixa com 28 pacotes de utilização única;

Utilização percutânea e Adulta.

Gel 1,0mg

Caixa com 28 pacotes de utilização única;

Utilização percutânea e Adulta.

Adesivos de 25mcg, 50mcg e 100mcg

Caixa com 8 adesivos;

Utilização transdérmica e Adulta.

Efeitos

A utilização iniciante do Estradiol pode acometer alguns efeitos colaterais, como:

  • Mamas sensíveis;
  • Enjoo;
  • Inchaço.

Além destes, outros efeitos podem acontecer, mas muito raramente. Entre eles estão:

  • Asma;
  • Cefaleia;
  • Pedra na vesícula;
  • Redução de pelos e cabelos;
  • Trombose.

Entretanto, essas reações costumam diminuir no decorrer que a patologia é tratada com o medicamento.

Contraindicações

O uso deste remédio é contraindicado em situações de:


  • Mulheres durante a Gestação;
  • Durante a amamentação;
  • Surgimento de sangue vaginal sem diagnóstico;
  • Casos ou suspeitas de câncer na mama;
  • Tumor maligno ou benigno;
  • Perda da função do fígado;
  • Trombose venosa ou arterial;
  • Triglicerídeos severo;
  • Sensibilidade a qualquer componente da fórmula do medicamento.

Crianças

A utilização deste remédio em crianças não é permitida.

Idosas

A necessidade de uso deste medicamento, geralmente, é em mulheres idosas, por estarem na menopausa. Use conforme orientação médica.

Pessoas Com Perda da Funcionalidade do Fígado

O uso em mulheres com esta patologia em estado grave é proibido.

O Estradiol não pode ser mastigado, aberto ou partilhado.

Modo de Usar

A posologia deste medicamento necessita ser de acordo com a orientação médica, que irá prescrever a quantidade correta da medicação, que pode ser de 1mg ou de 2mg.

Depois de prescrito a miligramagem, o tratamento é diário. A cartela tem 28 drágeas, onde deve-se ingerir uma por dia.

Por se tratar de um remédio de uso contínuo, assim que as 28 drágeas acabarem, deve-se iniciar outra no dia seguinte.


Trata-se de um procedimento que precisa ser acompanhado por um especialista que ditará o tempo de tratamento.

É importante seguir a risca os métodos citados pelo médico para não causar problemas ainda maiores em seu organismo.

Recomenda-se o uso deste medicamento na mesma hora, diariamente.

Estradiol é o Mesmo Que Estrogênio

Os estrógenos têm a produção no organismo a partir dos folículos dos ovários em amadurecimento. As três substâncias naturais do estrogênio são destacadas como:

  • a estrona;
  • o Estradiol;
  • e o estriol.

O elemento, em questão, tem a expulsão do organismo a partir dos elementos ovarianos e a liberação em primeira etapa do ciclo da menstruação.

Este hormônio tem início a ser produzido em etapa de adolescência, ao passo que se responsabiliza pelo surgimentos da sinalização sexual secundária no público feminino e, assim, segue até a etapa do climatério.

A ausência de substâncias estrogênicas provoca os famosos fogachos, que são ondas de calor, em uma média de 80% do público feminino.

Ao passo que ocorram baixos quantitativos ou o aparecimento de disfunções em relação aos receptores, há uma masculinização do comportamento da mulher. 

A redução dos elementos estrogênicos provoca no organismo feminino a depressão, a apreensão, a irritação, a insegurança, o pessimismo e o medo.

Em virtude de seu caráter essencial relacionado a sexualidade feminina, o hormônio se destaca por muitas funções no organismo da mulher.

Portanto, ao passo que não se produza a substância com suficiência ou que ocorra a ausência do elemento, é possível que o corpo experiencie situações extremamente desconfortáveis como o suor em excesso, o que acaba atrapalhando também o sono, e acometendo diversas partes da vida da mulher.

A reposição hormonal é um tratamento que utiliza-se em último caso. O que muitas mulheres não sabem é que há como cuidar desses sintomas, a partir de tratamentos naturais e alguns hábitos diferenciados, como manter sempre um ventilador por perto, ou manter os ambientes bem arejados.


Se o climatério trouxer condições que acometam a saúde mental e social da mulher, e as receitas naturais não estejam solucionando tal condição, pode ser que a reposição hormonal seja uma boa forma de melhorar a qualidade de vida feminina.

Antes de se automedicar, não esqueça de sempre procurar e questionar o seu médico de plantão! 

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.