Morfina: Indicações, Como Tomar e Efeitos

Quer saber o que é a Morfina? O medicamento é utilizado para tratar dores que acometem o organismo de forma grave. Veja informações!

A Morfina é uma medicação analgésica da categoria de opioides, que apresentam ações potentes para tratar as dores crônicas ou agudas de maior intensidade, como dores pós-intervenções cirúrgicas, dores provocadas por patologias graves e queimaduras, como a osteoartrose avançada e câncer.

A medicação pode ser adquirida em estabelecimentos tradicionais sob o formato de pílulas, soluções orais ou injeções. A partir da nomenclatura comercial de:

  • MS Long;
  • Dimorf;
  • MST continus.

Contudo, há a necessidade de um receituário médico especial, já que a sua utilização indevida por trazer condições de riscos ao paciente. Estas se destacam por coma ou desmaios, bem como dependências.

Indicações da Morfina

Morfina

A Morfina é um medicamento utilizado para o alívio de dores moderadas até gravíssimas. É empregado para aliviar a falta de ar em teor agudo, que está presenciado em determinadas condições como edema de pulmão.

Ainda, é usado em anestesias como medicamento anestésico isolado ou combinado com outros elementos.


O elemento da Morfina é um medicamento de regime especializado e, portanto, a circulação e venda tem o controle por receita amarela dispensada somente por determinados especialistas.

A substância atua sobre o sistema nervoso central e demais órgãos. A ação principal é aliviar as condições dolorosas de intensidade.

O tempo para a ação é de uma a 2h. O tempo de duração é de quatro a 5h. O elemento é eliminado de forma principal pela região renal.

Apresentações da Morfina

  • As pílulas de 10 mg a 30mg; embalagem composta por 50 pílulas.

Utilização Oral e Adulta.

  • Solução de Injeção composta por 1mg/mL;
  • Embalagem composta por 50 ampolas compostas por 2mL; 50 estojos esterilizados compostos por uma ampola de 2 mL;
  • Solução de Injeção composta por 10mg/mL;
  • Embalagem composta por 5 e 50 ampolas constituídas em 1 ml.

É administrada pela veia, músculo, intratecal e peridural.

Efeitos da Morfina

As principais ações colaterais do elemento da Morfina, fazem a inclusão pelos sintomas de:

  • tonturas;
  • fadiga;
  • euforia;
  • dores de cabeça;
  • insônia;
  • náusea;
  • vertigem;
  • suor excessivo;
  • secura na boca;
  • agitação;
  • prisão de ventre;
  • cólicas;
  • redução da frequência cardíaca;
  • desmaios;
  • dificuldade de eliminar diurese;
  • diminuição da libido;
  • respiração dificultosa;
  • parada da respiração.

Ainda, a utilização de uma dosagem em elevação do remédio pode provocar dificuldades da respiração e sono, o que deve ter tratamento em casos emergenciais com orientação médica intensiva e antídotos denominados de Naloxona.

Contraindicações da Morfina

A Morfina tem contraindicação para aqueles que apresentam cenários clínicos como dificuldades graves de respirar, condições depressivas, condição cardíaca secundária insuficiente, crise asmática e brônquicas, arritmia do coração, patologia dos pulmões, lesão cerebral, tumores, alcoolismo crônico, bem como:

  • obstrução gastrintestinal;
  • obstrução íleo-paralítico;
  • patologia que provoca convulsão;
  • patologia que tenha hipersensibilidade ao medicamento.

Em Período Gestacional

A medicação não deve ter utilização por mulheres em período gestacional que não tenham a orientação médica ou cirúrgica.

Deve-se ter a utilização cautelosa em períodos de crises asmáticas. Considerando o cenário de que pode provocar hipotensões e ser mascarado o diagnóstico de patologias do abdômen, é preciso fazer a redução da dosagem em pessoas idosas, debilitadas, que apresentem condições de rins, patologia de Addison, bem como hipotireoidismo, elevação da próstata e uretra estreita.

Dose Adequada Para Consumo

É possível fazer a ingestão da medicação através de via oral, com o consumo do quantitativo com suficiência líquida.

Em adultos, a dosagem é de 15 e 30mg de 4h em 4h, de acordo com recomendação médica.

Para dores em enfermos de fase terminal, a dosagem deve ter administração de 4h em 4h até que encontre o grau almejado da anestesia.

Se o indivíduo estiver recebendo outras medicações analgésicas narcóticas, é preciso fazer o equilíbrio das doses de maneira ao alcance analgésico necessário.

Em idosos, é preciso cuidar a seleção da dosagem de início. De forma usual, o início deve ser pela dosagem menor. Tratar a condição não corresponde a ultrapassar o tempo preciso para o aprimoramento dos sinais.

Morfina é Opioide?

São as medicações utilizadas de forma individual ou em associação como elementos não-opioides para tratar dores moderadas a severas.

As substâncias se destacam de forma parecida com elementos naturais denominados endorfinas, produzidas pelo corpo para o controle das dores.

Determinados elementos opioides agem de maneira mais aprimorada do que outras substâncias para aliviar dores severas. A medicação já teve produção a contar a papoula, porém, atualmente, grande parte é sintética.

Por isso, é válido dizer que a Morfina é uma medicação opioide, em virtude de efeito analgésico em combate a dores de teor crônico.

Lembre-se que toda e qualquer medicação precisa do aval de um especialista. A automedicação pode causar problemas gravíssimos à sua saúde.

Em algumas situações, a potencialidade do medicamento é capaz de causar fatalidades. Não corra riscos, consulte o seu médico!

Essas informações foram úteis a você? Cuide da sua saúde. Sempre que precisar procure um médico e não se medique por conta própria.