Esquizofrenia: O que é, Causas, Sintomas e Tratamento

Confira Todas as Informações Sobre a Esquizofrenia. Veja as Causas, Sintomas e Opções de Tratamento Para Esta Condição que Acomete a Saúde!

A Esquizofrenia é um tipo de transtorno de psiquiatria em que há modificação do cérebro que apresenta dificuldades de julgamento correto em relação à realidade, bem como a produtividade de pensamento simbólico e abstrato.


Além disso, esta condição faz com que se elabore resposta emocional de caráter complexo.

O Que é Esquizofrenia?

Esquizofrenia

Ao oposto do que grande parte dos indivíduos é capaz de pensar, a patologia não se trata de um transtorno de vários tipos de personalidades.

Caracteriza-se por uma patologia de caráter crônico, complexo e com exigência de tratamento pela vida inteira.

A doença é de caráter mental, que prejudica uma média de 1% da população do mundo. De modo normal, este transtorno surge entre o fim da juventude e início da vida adulta.

Este transtorno teve terminologia pela psiquiatria suíça do Bleuler, em começo do séc XX, originando raízes dos gregos “schizo” – dividir – e “phren” – mente – em razão de que a funcionalidade mental se encontra dividida nestes públicos.

A patologia pode ter classificação em várias categorias, conforme os principais sinais que o indivíduo disponibiliza. Os tipos principais caracterizam-se por:

Categoria Paranóide

É a modalidade comum que se destaca, predominantemente em alucinação e delírio. É muito comum que os pacientes ouçam vozes, também comum modificação do comportamento como inquietações e agitação.

Categoria Catatônica

Apresenta características catatônicas, onde o indivíduo não disponibiliza reações de modo correto ao ambiente, tendo movimentação lenta ou paralisias do corpo, permanecendo em mesmo posicionamento por muitas horas até dias, com fala lenta ou sem falar, bem como repetindo vocábulos ou sentenças que alguém disse.

Trata-se de uma categoria não comum da doença, e apresenta tratamento dificultoso, com riscos de complicação como auto-agressão ou desnutrições.

Categoria Hebefrênica ou Desorganizada

Há a predominância do pensamento sem organização, com fala sem sentido ou fora de contextos. Além disso, pode haver a presença de sinais ruins como:

  • perda do interesse;
  • isolamento social;
  • desinteresse em atividade cotidiana.

Categoria Indiferenciada

Aparece, ao passo que os sinais da doença surjam. Contudo, o indivíduo não tem encaixe nas categorias anteriores.

Categoria Residual

É um modo crônico de patologias. Ocorre quando os sinais da esquizofrenia acontecem anteriormente. Porém, não há atividade atualmente. Contudo, há ainda a persistência dos sinais de negatividade como:

  • isolamento social;
  • lentidão para atividades;
  • expressão facial reduzida;
  • ausência de iniciativas;
  • ausência de afeição;
  • ausência de autocuidado.

Causas da Esquizofrenia

Não se sabe ainda quais são os mecanismos do cérebro em sua totalidade, capazes de promover os sinais pertinentes à Esquizofrenia.


Contudo, conhece-se, hoje, a patologia como cérebro que decorre de modificações em diversos sistemas da bioquímica e por meio dos neurônios do cérebro.

Diversos genes em formação têm responsabilidade por tais modificações do cérebro. A relação vital que o indivíduo promove o estabelecimento atua como aspectos estressores que fazem a contribuição a fim de que tais genes tenham ligação para ativação e patologia surja.

Não há aspectos da psicologia ou ambiental que provoquem a doença, porém, sim, aspectos da vida que sejam gatilhos para começo de modificação cerebral da patologia.

Diversos elementos químicos, com denominação como neurotransmissor, têm alteração na região cerebral do indivíduo esquizofrênico.

Estes elementos principais correspondem a glutamato e dopamina. Pesquisas atuais apresentam diferenças estruturais cerebrais e do sistema nervoso central dos indivíduos esquizofrênicos comparativos aos de quem é saudável.

Sintomas da Esquizofrenia

De modo geral, a patologia tem início como apatia ao fim da juventude e início da vida adulta. entre os 18 e 30 anos. De pouco em pouco, a pessoa acaba abandonando o exercício rotineiro e tem seu isolamento.

Os efeitos são os estranhamentos e desajustes – não esboçam sensações esperadas frente a situações felizes ou tristes.

Repentinamente, aparece a sensação de que alguma coisa está errada e de que alguém está prejudicando a sua vida.

O passo depois disso é transformar a inquietação em fantasia sensorial e teorias de conspiração.

  • aprendizado desde criança dificultoso;
  • apatia;
  • não esboça reações frente a tristeza e felicidade;
  • desinteresse em estudar, trabalhar ou ter interação com demais;
  • mania de perseguição sem explicação;
  • vozes que acabam surgindo na cabeça ou demais modificações dos órgãos de sentidos.

Tratamento Para Esquizofrenia

Os medicamentos que promovem o silenciamento da paranoia estão disponíveis desde os anos 70, e tiveram uma grande evolução. As substâncias antipsicóticas do passado provocam várias reações adversas.

Eles atuam na dopamina, e relacionam-se com manifestação típica do Parkinson – tremores. 

Os remédios recentes, conhecidos de forma genérica como 2ª geração, causam menores efeitos adversos de teor grave. Isto porque causam interferência em diversos outros elementos químicos do cérebro como a serotonina

De fato, isto faz uma proteção de neurônios extras. Em virtude disso, o fundamental é preferir, portanto, as alternativas inovadoras em período das primeiras incursões de terapia.

Inovação

Novas modalidades para o combate da condição patológica são caracterizadas, portanto, pela injeção de efeito a longo prazo. Ela faz uso de mesmos princípios ativos das drágeas, que tiveram um único modelo disponível.


Picada simples que promove o fornecimento de dosagem com duração de 2 semanas ou, até, 30 dias, a depender do fabricante.

Em outros países, há versões aprovadas dos produtos com atuação pelo prazo de três meses. Ainda, uma alternativa, que está em último processo de teste antes de ser liberado, localiza-se no organismo em período de semestres inteiros.

Ainda que a ideia de receber agulhadas não seja confortável para muitos, é certo, portanto, que o paciente terá o medicamento e estará bem por um prazo longo, garantindo a efetividade do tratamento e impossibilidade crises.

Ao passo que a injeção ou pílulas não tenham a capacidade de tornar o cérebro equilibrado, resta a eletroconvulsoterapia, envolvendo aplicações de corrente elétrica em áreas específicas da cabeça. 


A metodologia se modificou demais, aprimorando-se a somente determinadas áreas do crânio, produzindo, portanto, traumas menores.

Por mais que você se sinta bem, faça um Check-up  uma vez por ano.  Exames regulares ajudam seu médico acompanhar sua saúde e identificar alguma ameaça de doença, colocando você no caminho do tratamento.

IMPORTANTE: Esse conteúdo é apenas para fins educacionais e não substitui de forma alguma a orientação de um médico. Consulte sempre um médico.