Acebrofilina: Bula, Indicação, Efeitos Colaterais, Como Usar

Saiba Tudo Sobre o Acebrofilina, Um Medicamento Que Deve Ter a Prescrição de Um Médico. Confira Também Todas As Indicações, Efeitos Colaterais e as Formas de Uso Desta Medicação!

O Acebrofilina é um princípio ativo que auxilia na broncodilatação, função mucolítica e na expectoração das condições.


Ele pode auxiliar no tratamento de diversas doenças como enfisemas pulmonares e demais. Veja as formas de tratamento disponíveis, portanto, por este elemento ativo.

Então, descubra se a substância funciona e como funciona para tratar a condição pretendida, prescrita pelo médico.

Acebrofilina: Quais as Indicações?

Acebrofilina

O elemento ativo tem indicação como uma substância broncodilatadora, mucolítica e expectorante. É capaz de tratar os sintomas e prevenir doenças de teor agudo ou crônico respectivas a respiração.

O fenômeno de hipersecreção e de broncoespasmos correspondem ao tratamento de:

  • asma brônquica;
  • bronquite obstrutiva ou asmatiforme;
  • broncoquiectasias;
  • broncopneumonias;
  • rinofaringites;
  • pneumoconioses;
  • enfisemas pulmonares;
  • laringotraqueítes.

Apresentações do Acebrofilina

Utilização oral, adulta e pediátrica maior de dois anos.

  • Xarope infantil de 5mg/mL com recipiente de 120ml e copo medidor;
  • Xarope adulto de 10mg/mL com recipiente de 120ml e copo medidor.

O elemento ativo teve testes clínicos a partir de elementos broncodilatadores e mucorreguladores em quantidade maior de 5000 indivíduos em diversos lugares da Europa e América Latina.

A eficácia, então, teve demonstração para tratar a asma brônquica, a patologia obstrutiva de teor crônico e a bronquite asmatiforme.

O teor de tolerabilidade do elemento ativo teve bons resultados em todas as pesquisas.

Atualmente, uma pesquisa brasileira com uma média de 4500 crianças tiveram tratamento em situação mórbida aguda da respiração, objetivando aprimorar a definição da tolerabilidade, do padrão das reações adversas e o tipo de relação em relação aos riscos.

Tratar a condição com o elemento ativo, em questão, portanto, teve eficácia no aprimoramento dos sinais que se relacionavam com os broncoespasmos, a partir da melhora de sibilância como dispneias.

Em etapa inicial, a situação clínica geral teve estima como bom em 43% dos indivíduos. Ao final do tratamento, portanto, 88% dos indivíduos melhoraram com o medicamento.

Efeitos Colaterais do Acebrofilina

Dentre as possíveis reações adversas, há os seguintes sinais:

  • alergias posteriormente ao tratamento oral na área das narinas, lábios ou bochechas;
  • dores na área da faringe;
  • espasmos na área da faringe;
  • assaduras;
  • urticárias;
  • dermatite de contato;
  • exantemas;
  • erupção cutânea;
  • coceiras;
  • diarreia;
  • salivação;
  • secura da boca;
  • vômito;
  • fadiga;
  • disúria.

Contraindicações do Acebrofilina

O princípio ativo tem contraindicação nas situações de hipersensibilidade com comprovação a substância ativa da ou demais xantinas, como teofilina e aminofilina, bem como o Ambroxol.

O elemento ativo não deve ter uso em indivíduos portadores de patologias hepáticas, dos rins ou do coração de teor grave, história pregressa de convulsão e úlcera péptica.

A medicação tem contraindicação por menores de 2 anos.

Interação por Medicamentos

A utilização concomitante do elemento ativo com os seguintes medicamentos pode desencadear a diminuição da teofilina efetiva pelo aumento metabólico realizado no fígado.


A utilização concomita de substâncias antibióticas macrolídeas, quinolonas como Ciprofloxacino e Norfloxacino, substâncias anti-histamínicas como Cimetidina, Diltiazem e demais podem promover o retardamento da redução da teofilina, gerando um aumento dos riscos de intoxicação a partir da mesma.

A intoxicação é capaz do desenvolvimento em indivíduos com grau sérico alto, a menos que a dose tenha redução.

É possível a ocorrência da hipocalemia com a utilização concomita da substância e Salbutamol.

É possível, também, que ocorra um aumento da frequência cardíaca, de forma principal com dosagens altas de teofilina.

Determinados indivíduos, então, podem realizar a demonstração da redução significativa do nível de teofilina sanguínea.

Isso, portanto, quando há a administração concomita da isoprenalina e do salbutamol.

O nível sérico de teofilina, então, pode ter a apresentação da elevação, ainda que nenhum caráter tóxico tenha o relato quando a medicação tem administração concomita a contracepção oral.

Administrar de forma conjunto o elemento ativo e remédios alfa-adrenérgicos, como a substância de efedrina, é capaz de desencadear aumentos de efeitos colaterais, de forma principal relacionados ao sistema nervoso e gastrointestinal.

A utilização do elemento ativo, portanto, e produtos com hypericum perforatum é capaz de causar um diminuição do teor eficaz da teofilina.

A utilização com as substâncias betabloqueadoras seletivas não tem uma contraindicação total, mas há a recomendação de uso cautelosa de tal associação.

Interação Com Alimentos

Os alimentos que você ingere podem interferir na dosagem de Acebrofilina no organismo. Por exemplo, as dietas ricas em carboidratos aumentam o efeito do medicamento, já as dietas baseadas em proteínas tem efeito contrário e diminuem esses efeitos.

Reações da Acebrofilina

O consumo da Acebrofilina pode causar alguns efeitos indesejados, alguns em pequenas porcentagens, mas fique atento as seguintes reações:

  • Desidratação;
  • Tremores;
  • Insônia;
  • Náuseas;
  • Vertigem;
  • Sonolência;
  • Vômito;
  • Taquicardia;
  • Fadiga;
  • Agitação;
  • Boca Seca;
  • Alergia
  • Diarréia;
  • Sintomas de disúria;
  • Reações Respiratórias.

Em casos de reações adversas, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou para a Vigilância Sanitária de seu estado ou município.

Como Usar o Acebrofilina?

  • Para a faixa etária adulta, um copo medidor de 10ml do xarope adulto de 12h em 12h.
  • Para as crianças de seis a doze anos, um copo medidor de 10ml do xarope infantil de 12h em 12h.
  • Para crianças de três a seis anos, contudo, meio copo medidor de 5 mL do xarope infantil de 12h em 12h.
  • Para crianças de dois a três anos, 2 mg/kg do peso por dia, com divisão em 2 administrações de 12h em 12h.

Não existe uma posologia especial, nem um tempo específico para tratar a condição. O tempo de tratamento deve ter o estabelecimento a partir da consulta médica.

Só o especialista poderá analisar a situação, conforme o teor de gravidade da patologia.

Cuidar da saúde é imprescindível. A automedicação é perigosa e pode desencadear problemas sérios ou ainda maiores sobre a sua condição atual.

Lembre-se que aquilo que pode ter funcionado para alguém que você conhece, pode não ser tão benéfico para você. Isto porque as pessoas são diferentes e apresentam organismos peculiares.



Portanto, não deixe de verificar a situação clínica com um médico e mantenha seus exames sempre em dia.

Pratique exercícios diariamente e se alimente bem! Aliar essas duas atitudes pode ser essencial para uma saúde melhor e a qualidade de vida! Saúde em primeiro lugar!